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Quando acordámos naquele dia, nunca pensámos que a nossa tarde divertida. Queriamos saber o que eles andavam a fazer. Mas afinal fomos surpreendidos pela saudável loucura dos cinco meninos mais desejados do momento. E foi só rir...
“Se alguém nos quiser oferecer um cão...”
Esperavam chegar tão longe?
Gonzo:
- Não, foi tudo muito rápido. Não houve tempo para pensarmos que as coisas iam correr desta maneira.
Portugal:
- Por exemplo, nunca imaginámos que tivéssemos de deixar as nossas actividades.
Ainda conseguem andar na rua à vontade?
Duck:
- Sim. No início era um pouco estranho, até porque não estávamos habituados a dar autógrafos e a sermos abordados na rua, mas agora é algo natural.
Gonzo:
- É sinal de reconhecimento pelo nosso trabalho e isso dá-nos força para continuar.
Em palco não têm medo que as fãs saltem para cima de vocês?
Carlos:
- Não. O receio maior é, como já nos aconteceu, que falte a luz. A primeira reacção é abandonar imediatamente o palco...
Gonzo:
- Mas não temos medo que elas subam para cima do palco, porque nós é que vamos ter com elas. Temos a mania de fazer stage diving.
Nunca se magoaram?
Gonzo:
- Não. A primeira vez que isso aconteceu foi sem querer, caí em cima de uma rapariga. A partir daí, sempre que podemos, fazemos isso, porque elas pedem. Há outras coisas que consideramos mais perigosas. Como quando estávamos no Porto e alguém resolveu mandar garrafas e latas para o palco...
Quando se dá um espectáculo para cinquenta mil, é natural que haja quem não goste dos Excesso. Só que é uma cobardia atirarem objectos perigosos, escondidos no meio da multidão, além de ser uma estupidez pagarem bilhete para verem uma coisa que não gostam.
Duck:
- (na brincadeira) Ás vezes atiram coisas para comer... O outro dia mandaram um ovo mas não o consegui apanhar.
Melão:
- Ás vezes também atiram bonecos e soutiãs...
E vocês guardam isso?
Gonzo:
- Sim, o meu quarto está cheio dessas coisas.
Duck:
- Uma vez atiraram-nos um “melão” e desde essa altura que andamos com ele atrás... (risos)
Gonzo:
- Voltamos a falar a sério. Nós respeitamos as pessoas e só pedimos que elas também nos respeitem. Mas estas coisas dão-nos mais força para continuar. Eu não sou o Axl Rose. Não me vou embora só porque atiram coisas para cima do palco.